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22/11/2018

Apresentação dos Trabalhos e Premiação das Equipes



equipe vencedora

segundo lugar

Seguindo o calendário previsto, na tarde da segunda-feira, dia 19 de novembro, as equipes apresentaram suas propostas, elaboradas no curto prazo de uma semana, diante do juri formado pelos arquitetos Helayna Soares e Tadeu Badaró, e pelo monitor da atividade, Leo Pessoa, assessorados pela Profa. Any Brito, da coordenação do evento.
As quatro propostas demonstram uma compreensão detalhada e complexa da situação, incorporando uma série de relações que extrapolam a questão primária determinada pelo sistema de transporte. A ênfase nas possibilidades de integração através do espaço, em contraposição à construção de barreiras, da redução do tempo de deslocamento nas vizinhanças e na qualificação do espaço público para o pedestre são outros aspectos que as une.
Após a apresentação das quatro propostas, o juri se reuniu e na sequência foram feitas detalhadas considerações sobre cada uma das propostas, o que enriqueceu sobremaneira o papel de formação profissional para os estudantes.
O juri decidiu que a proposta que traz uma meio de transporte aéreo sobre trilhos, de traça do sinuoso, a partir de uma interpretação das condições locais, elaborada pela equipe formada por Catarina Cotrim, Gabriela Dantas, João Eduardo Saraiva, Sidinara da Silva e Suelma de Santana,  destacava-se do conjunto, conferindo-lhe o primeiro lugar. Em segundo lugar ficou a proposta desenvolvida pela equipe composta pelos estudantes Diego Castro, Lavínia Azevedo, Leonardo Santos, Natiele de Jesus, Pedro Mendes, Rosana Costa e Vanessa Sandrine, que apresenteou um detalhado parque linear, integrado ao Parque da Cidade, para a área ocupada hoje pela Avenida Juracy Magalhães.
A coordenação do Workshop agradece o importante apoio institucional do Conselho de Arquitetura e Urbanismo CAU/BA, sem a qual esta edição não teria tido o suporte para a sua realização. Agradece ainda a todos os palestrantes do ciclo de palestras que foi tão importante para a fundamentação teórica para a elaboração das propostas.

Apresentação das equipes
Apresentação das equipes
Comentários do juri



17/11/2018

3o dia de trabalho WKS2018 JIBOIA URBANA

E ontem, 16 de dezembro, as equipes se reuniram na Faculdade de Arquitetura para dar continuidade ao trabalho (mesmo sendo uma exta-feira após o feriado...!). O foco esteve no desenvolvimento gráfico das pranchas e na confecção dos desenhos para a apresentação, o que obviamente não deixou de incluir a revisão e complementação de uma ou outra decisão projetual. Os trabalhos nesta etapa assumem cada vez mais um caráter particular e as equipes trabalham de maneira mais integrada, superando diferenças da discussão de ideias.
Em um dia em que a universidade esteve bastante esvaziada, os estudantes trabalharam com empenho e vontade de produzir o mellhor para a apresentação na segunda-feira. No final da tarde, pausa para o lanche que, assim como as camisetas do evento, foram garantidos através do importante apoio do CAU-BA (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) para esta edição do Workshop Que cidade é essa?




15/11/2018

2o dia de trabalho WKS2018 JIBOIA URBANA

Dando continuidade aos trabalhos, as equipes se reuniram durante todo o dia na quarta-feira, dia 14 de novembro. Os trabalhos passaram por uma avaliação crítica ao mesmo tempo em que uma série de ideias apenas esboçadas na sessão de trabalho anterior era testada através de desenhos mais precisos e de pesquisa de dados técnicos. A partir do tema geral do transporte público foram desenvolvidos tanto a complementação programática através da elaboração de uma visão de uso diversificado do espaço como o detalhamento em escala das distintas soluções vislumbradas.
Amannhã, no dia 16 de novembro, o trabalho continua e atinge sua reta final de elaboração antes da apresentação na segunda-feira, dia 19.


06/09/2018

Abertura do Workshop Que Cidade é essa? 2018 JIBOIA URBANA


No dia 5 de setembro de 2018 inciou-se o Ciclo de Palestras do Workshop Que Cidade é Essa? 2018 - que tem este ano o mote JIBOIA URBANA e irá discutir o BRT em implementação em Salvador. Retomando a atividade de extensão depois de uma pausa de dois anos, o ciclo de palestras foi aberto com uma introdução geral sobre o seu conteúdo e metodologia, apresentada pelos professores Any Ivo e Márcio Campos, pelo arquiteto Tadeu Badaró e pelo sociólogo José Maurício Bittencourt, que narraram suas experiências de participação em várias edições do Workshop.


apoio

27/02/2016

A apresentação das propostas no último dia do Workshop Que Cidade é Essa?

O último dia do Workshop Que Cidade é Essa? foi, como todo ano, a continuidade da noite anterior, do viradão na Faculdade de Arquitetura. A aparente tranquilidade nas primeiras horas da manhã, depois da maratona da madrugada, foi dando lugar à apreensão típica à medida que o horário da entega dos trabalhos, às 13:00 horas, se aproximava.

Com início previsto para as 18:00 horas na praça do Conjunto Machado Fortes, as apresentações das equipes diante do juri e de um expressivo número de moradores, que inclusive pode acompanhar das janelas dos apartamentos vizinhos a projeção na empena cega de um dos edifícios, começou com algum atraso e com o normal nervosismo por parte de quem muitas vezes pela primeira vez está diante de uma plateia formada por usuários, potenciais contratantes do trabalho ali exposto.


Combinando a infraestrutura preparada pelos moradores para a apresentação com os equipamentos de som e projeção da faculdade de arquitetura, o encerramento da atividade de extensão não poderia ter melhores condições, não fosse a chuva ter vindo atrapalhar após a sexta equipe ter concluído sua apresentação.



Neste momento, toda a instalação foi transferida para a área coberta contígua à sede do condomínio, onde então as equipes restantes deram continuidade às apresentações de suas propostas. A criação de uma área destinada às atividades comunitárias e de lazer, com variações na solução do desenho e do programa, sobre as edificações existentes, a verticalização como estratégia de liberação de áreas no térreo e a criação de garagens subterrâneas, com distintas capacidades, e uma qualificação da conexão com a linha de metrô na Avenida Bonocô estão entre os temas mais recorrentes desenvolvidos nas propostas das equipes.




Devido a esta mudança de local, já passava das 21:00 quando o júri, composto pela professora Luciana Calixto, pelos arquitetos Fernando Teixeira e Walter Barreto Jr., pelo representante dos moradores, o Sr. Eli Oliveira dos Santos e pelo monitor Daniel Passos, se reuniu para definir os premiados entre os quatorze trabalhos apresentados.
O juri esclareceu que, enquanto houve uma grande coincidência nas indicações de cada membro sobre as equipes que se destacaram, estabelecer a classificação foi mais difícil, tendo sido decidida por detalhes, revelando um grande equilíbiro entre os trabalhos.
As equipes premiadas foram:
1° lugar: Bianca Soares, Lucas Garboggini, Max Klug, Pablo G., Orlando Dantas, Rodrigo Santos
2° lugar: Arthur Vitorino, Flora Tavares, Julia Cacim, Luiza Moruz, Natália Lessa
3° lugar: Amanda Juliani, Caio Anderson, Carolina Assaf, Laís Berbet, Luciana Lopes, Serandrei Maia
Menção Honrosa: Giulia Estrela, Hadassa Cruz, Natália dos Anjos, Natália Tapioca, Nathália Simões, Nikolle Soares.
As equipes foram premiadas com publicações da EDUFBA, a quem a a coordenação do Workshop agradece pela colaboração.
Entregues os prêmios e passada a chuva, foi hora de comemorar e celebrar mais uma edição realizada de uma atividade que busca abrir o contato da formação em arquitetura e urbanismo com os habitantes da cidade através de temas vitais para a configuração do espaço de vida, e que este ano trouxe ideias para a renovação de conjuntos habitacionais.

25/02/2016

tensão de penúltimo dia na quarta-feira

Na quarta-feira, dia 24 de fevereiro, a tensão comum à finalização de projetos tomou conta do atelier do Workshop Que Cidade é Essa? Se a divisão do trabalho nas equipes já parecia consolidada, no campo das propostas algumas foram radicalmente revistas ou complementadas com ideias cujo detalhamento ampliou o grau de individualidade dos trabalhos.
Contornos precisos, experimentos gráficos e um certo distanciamento do apego ao desenho original do bairro em prol de uma reinterpretação mais livre e ao mesmo tempo em busca de uma adequação à escala do conjunto foram os principais aspectos do trabalho nesta quarta-feira. Destaque também para a colaboração do Prof. Eduardo Prado que orientou os estudantes nas questões relativas às definições estruturais. Antes da entrega e apresentação na sexta, deve acontecer uma longa noite nesta quinta.

22/02/2016

Sexta-feira, 19 de fevereiro, no Workshop Que cidade é essa?

O segundo turno de reunião das equipes é o momento de avaliar as primeiras decisões tomadas na primeira reunião. É neste instante também que as dinâmicas de trabalho de grupo apresentam suas dificuldades, especialmente na primeira tentativa de divisão de tarefas entre os membros das equipes.

Os estudos sobre implantação foram desenvolvidos através das primeiras imagens obtidas com o auxílio de modelos virtuais, enquanto os elementos de conexão com o bairro e com o sistema de transporte surgiram como contraponto ao enfrentamento das áreas de uso comum internas ao conjunto.
Dois aspectos do conjunto habitacional assumiram o protagonismo no debate: o desafio da segurança na frente da atualização do desenho original através da divisão e individualização do espaço por meio do emprego de muros e grades e o potencial de operar com a densidade de ocupação operando com a tipologia arquitetônica existente.

19/02/2016

1° dia de atelier de projetos no Workshop Que Cidade é Essa?

Resolvidos os ajustes na composição das equipes no início da manhã de quarta-feira, dia 17 de fevereiro,  foi dada a orientação geral para a avaliação e sistematização das informações obtidas na visita e foram também esclarecidos o formato da apresentação final e o correspondente conteúdo.
 Como a grande novidade desta sétima edição do workshop Que Cidade é Essa? é a distribuição dos turnos de trabalho no período de duas semanas, restritos ao horário das aulas de atelier,  para evitar problemas com a matrícula em outras matérias,  os estudantes foram alertados para as mudanças na dinâmica da atividade decorrente deste novo desenho.
Ao final do primeiro turno de trabalho,  várias equipes já tinham diretrizes para a renovação do conjunto habitacional João Machado Fortes bem definidas e os primeiros diagramas já registravam as relações estabelecidas entre as observações da área,  os referenciais apresentados na abertura e estas primeiras diretrizes.

Arquitetura ou Urbanismo: a abertura do Workshop 2015

Na sequência à visita ao Conjunto Machado Fortes, os estudantes foram os grandes responsáveis pela introdução teórica ao workshop Que Cidade é Essa?, mais uma das inovações no formato da atividade de extensão.  


No auditório Mastaba foram apresentadas análises de projetos realizados na última década, elaboradas em equipe durante as semanas que antecederam o período do workshop propriamente dito.

Organizados em ordem decrescente de tamanho (em um espectro que vai de 400.000 a 4.000m2), uma vez que a tensão entre arquitetura e urbanismo está posta na ordem de grandeza, os projetos demonstraram as relações entre escala, configuração espacial, programas complementares à habitação e os distintos graus de complexidade derivados da diversidade de demanda reunida em cada exemplo.

17/02/2016

Visita à área de estudo, começa a sétima edição do Workshop Que cidade é essa?

No sábado, dia 13 de fevereiro, o Workshop Que Cidade é Essa? iniciou suas atividades com a visita a área de trabalho, em Brotas. O ponto de encontro foi a Estação de Metrô na Lapa, uma oportunidade de conhecer através do uso um dos elementos recentes de forte impacto na dinâmica da área Brotas - Bonocô - Cosme de Farias, ao ampliar a oferta de mobilidade e com isso alterar a atratividade e a valorização da habitação em toda a região.


A experiência de realizar a pé o percurso entre a Estação Bonocô e o Conjunto Machado Fortes deixou clara para os estudantes a maneira precária como o novo equipamento se relaciona com o público atendido, sem a qualificação necessária dos acessos.



Dentro do condomínio, os estudantes contaram com a grande colaboração do síndico geral e um grupo de seis moradores que guiaram a visita e elucidaram vários aspectos do uso, da história, da construção e arquitetura das edificações, apresentando todo o espaço do conjunto durante mais de duas horas, sob sol escaldante.
As especificidades de orientação, implantação, áreas livres e de lazer, alteração de uso e dos moradores no tempo e demandas por infra-estrutura de apoio, além das distintas relações de vizinhança, foram alguns dos elementos que tiveram destaque nesta visita à área. Desta maneira, a chamada para os trabalhos, definida pelo mote Renovando Conjuntos Habitacionais, pode ser facilmente compreendida pelos estudantes. Lançado o desafio.